segunda-feira, 9 de março de 2015

Vigésimo segundo dia... Estação de esqui!


Domingo, 01 de Fevereiro de 2015.


Bom dia, dia de neve!

Primeiro uma olhadinha na janela para ver se é de verdade mesmo... Abrir a cortina e dar de cara com tudo branquinho e as fumacinhas saindo das chaminés não tem preço!

O café era até as 10:00, e o check out também! E onde estão os meninos que não ficarao hoje e precisam esvaziar o quarto? E que iam acordar as 7:00 pra esquiar? 9:00 da manha e la vou eu bater a porta deles para acorda-los e avisar! Aproveitei e reservei mais uma diaria para Roberta e eu, e partiu café da manha!

No café,  surpresa! Eles resolveram ficar, mas o Franco vai para Bolzano a noite para voltar pra casa sozinho, e amanhã partimos os três para Veneza. Ótimo!

Após o café,  preparar para esquiar! Antes fui tentar comprar pelo menos botas mais quentes, ou luvas, ou touca... Mas nao rolou! Sem condições de se pagar 69 euros num par de luvas, ou 80 num gorro!! As botas eram as "menos caras", mas nao achei do meu tamanho. Tudo muuuito caro aqui! Os mais baratos são  como os que eu tenho,  então não adianta!

Confesso que eu e Roberta não estavamos muito animadas para esquiar, ainda mais depois do sacrifício de ontem a noite. Queriamos mesmo é andar pela cidade, conhecer tudo, curtir a paisagem... Eu queria muito esquiar (momento unico!), mas ao mesmo tempo não queria perder muito tempo fazendo só uma coisa! E nós duas estavamos no mesmo clima.

Roupas turbinadas (na medida do possível), botas normais nos pés,  fomos nós procurar a Estação de Esqui, e principalmente saber onde é a Escola de Esqui para "bambini" , que nos aconselharam ontem a noite a observar antes de tentar esquiar! rs.. (É,  vocês entenderam bem: para crianças!). Conseguimos a informação logo que saimos do hotel, atravessamos a estrada principal, caminhamos só um pouco e chegamos a entrada da estação.

* Bem, espaço para uma observação. Eu, leiga, e Roberta também,  achavámos que íamos para um lugar pequeno, cercado, pertinho, para esquiar uma horinha e voltar para caminhar pela cidade e fazer outras coisas ainda mais interessantes (bobinhas...).

Na porta da estação soubemos que teríamos que pagar (claro!) subir a montanha (oiiii????) numa espécie de teleférico, bondinho, não sei como se chama. Aí mesmo já comecei a gostar... Aventura! Desde que chegamos à cidade eu estava de olho naquele negócio! Pagamos, acho que 12 euros por pessoa, e carregando botas e esquis entramos na gaiola! O engraçado é que o negócio não para pra gente entrar! Ele vai passando e nós temos que mirar, carregando aquilo tudo, entrar e se ajeitar lá dentro pra caber todo mundo (sem cair! rs). E nossa! Que coisa linda! Nós, quatro crianças lá dentro, deslumbrados com a vista da cidade ficando pequenininha lá embaixo! Era alto meeeesmo! Mas nem tive tempo pra ter medo! É lindo demais ver tudo la de cima! 

Chegamos: mira e sai da gaiola! E assim que abrimos a porta que dava acesso à Estação... Eis o auge da nossa viagem!! Era tudo, tudo, tuuuudo branco!! Montanhas e mais montanhas cheias de neve, um mundo que nem imaginávamos encontrar naquele momento! Arrumamos um lugar para encostar os esquis (aqui ninguém mexe em nada de ninguém!) e ficamos olhando aquilo tudo. Olhando sem acreditar... Olhando pra gravar, decorar todos os detalhes e não esquecer nunca mais! Agora a viagem está realmente completa! 

Me faltam adjetivos para explicar ou definir ou representar tudo aquilo que eu estava vendo! À frente umas montanhas lindas que descobri depois serem os Alpes (descobri lá que estamos nos Alpes Suíços), e à esquerda umas montanhas bem diferentes que tive a certeza de já ter visto em algum livro (são as Dolomitas, se eu não me engano, um dos patrimônios da humanidade). À direita uma rampa em que muitas pessoas desciam esquiando e outra em que as pessoas chegavam (o que acontecia no trajeto eu ainda não sabia). E também uma espécie de casa, onde não cheguei a entrar, que tinha na parede uma placa da tal "scuola per bambini", só não vi nenhum bambino por perto aprendendo nada. Parecia na verdade um bar, mas como o acesso era um pouco difícil para quem não estava acostumado com as rampas, fiquei sem saber. 

Depois de olhar bastante e tirar muitas fotos, hora de esquiar. O Franco logo colocou os esquis, desceu a tal rampa e não voltou mais! Ficamos um bom tempo sem saber dele! O Ivan também colocou e tentou descer a mesma rampa, mas sem saber frenar teve o seu primeiro tombo voluntário para evitar coisa pior lá embaixo! rs... De longe não se sabia o que era perna, braço ou esqui! rs.. Com 1,90 de altura não tem como um tombo desse não ser engraçado! rs.. Já eu e Roberta preferimos ficar ali por cima mesmo, pois a caída era bem leve e dava pra gente se virar bem sem acontecer nenhum desastre!

Esquiar sem alguém pra ensinar os "macetes" não é fácil! No lugar onde eu estava tentando esquiar, apesar de ter uma caída leve, a descida era uma delícia, mas na hora de voltar... Nossa! Que sofrimento no início! Haja força nos braços e no abdômen! Eu não sabia como andar com aquelas coisas enormes nos pés, então ia cravando as barras na neve e me empurrando pra cima! Ia empurrando, empurrando... Até que cansava, parava um pouquinho pra respirar e escorregava pra trás de novo! rsrs.. Comédia! Com o tempo, e observando as outras pessoas, percebi que o movimento das pernas é bem parecido com patinar, então ficou mais fácil. Por fim já estava conseguindo voltar sem ter que fazer tanta força com os braços, depois de suar muito, tirar o casaco maior e as luvas e sentir literalmente muito calor em meio a toda aquela neve! rs.. Além de toda a "experiência" adquirida pela observação, a Roberta resolveu perguntar a uma moça que estava passando o que deveríamos fazer para frenar. Pronto! Agora ninguém mais precisa se jogar no chão para não morrer! rs...

Tudo lá era tão mágico... Tudo em Ortisei é mágico! Acho que tenho esse sonho de conhecer neve desde sempre! Pisar na neve e ver os pés afundarem é o máximo! O frio, os pinheiros, os telhados lisinhos da neve intocada que quando cai descansa perfeita sobre eles... Só não consegui fazer  nem o boneco de neve e nem o anjo no chão, pois sem roupas impermeáveis congelaria de verdade! Mas... Como estou mmuuuuito feliz! Uma felicidade que não cabe em mim!

Num determinado momento, depois de esquiar, cansar, caminhar um pouquinho, tirar mais fotos, esquiar de novo e cansar mais, eu e Roberta resolvemos perguntar ao senhor que tomava conta da tirolesa se podíamos descer nas cadeiras. Elas ficavam no final da rampa leve onde esquiei, num cantinho de onde vinham várias pessoas esquiando sempre. Ele disse muito simpático que sim e descemos nós e o Ivan. 

E simplesmente descobrimos que o que já estava perfeito ainda podia melhorar! 

Primeiro aquela sensação de estar no alto sentada apenas naquela cadeira (como cadeira de roda gigante!) sentindo o vento, aquela paz, uma vista linda... 

Depois, lá embaixo, pulamos da cadeira (pois é, ela também não pára), saímos por um portãozinho e... surpresa!! Um muuuunnnnndo de montanhas com pessoas esquiando por todos os lados!! Descobrimos que lá em cima onde estávamos era apenas a entrada! E aí esclareceu-se o mistério das pessoas que desciam pela rampa e não voltavam mais! Elas ficavam lá esquiando naquele muuuunnndo de gelo, depois ou voltavam pela tirolesa, ou voltavam por um caminho que as levava à tal rampa de onde sempre apareciam pessoas que não sabia de onde vinham!

Lá embaixo tem vários hotéis, estrada... Várias tirolesas para ajudar os esquiadores a subir de volta para descer de novo! Famílias inteiras esquiando, crianças lindas com suas roupinhas térmicas por todos os lados... Me apaixonei ainda mais por este lugar! 

Após um tempinho observando, o Ivan avistou lááááá em cima o Franco!! Ele estava vivo!! rs.. O Franco já super sagaz esquiando, vindo lá de cima todo serelepe! Veio até nós animadíssimo, contando todas as aventuras do caminho, e todo molhado de novo! rs..

Felizes da vida com a novidade daquele mundo, logo descobrimos que não podíamos ficar ali, pois estávamos no meio do caminho dos esquiadores. Fomos informados de que havia uma estrada e que podíamos caminhar por ela. Mas onde ela estava? Solução para conhecer tudo: passear de trenó! Normalmente, muito lugares turísticos oferecem passeios de charrete para conhecer o lugar, certo? Pois então, na neve há trenó!!

Subimos então de volta nas cadeirinhas legais rumo ao passeio.

Vale dizer que o frio já estava bem maior! Tirar fotos já não estava tão confortável, pois todos estavam usando as câmeras dos celulares touch screen. E o que isso quer dizer? Por não ser possível tocar a tela de luvas, vocês podem imaginar a consequência... As mãos doem demais aqui!! A cada flash um quase congelamento das mãos! Aqui na Itália (não sei se só aqui) eles tentam resolver este problema vendendo luvas que deixam as pontas dos dedos a mostra, mas que tem uma espécie de capa presa a ela que os cobre quando o frio aperta, sem precisar tirar e colocar as luvas o tempo todo. Não comprei porque achei que não iria me adaptar, pois a capa cobre os dedos todos juntos, semelhante às luvas para bebês. Mas, agora entendo que para não congelar vale tudo!

Dentro do trenó há cobertores, e só por isso, aquela altura, o passeio já pareceu bem interessante! rs... Ivan e Franco logo se instalaram debaixo de seu cobertor, enquanto eu e Roberta, por livre e espontânea falta de escolha, fomos procurar o condutor. Como ninguém sabia aonde ele estava, tivemos que ainda andar um pouco naquele frio, e quando já tínhamos conseguido um número de telefone ele apareceu animadíssimo! Muito simpático! Aliás, todas as pessoas aqui são muito simpáticas (eu já disse isso?)!

Nos acomodamos, cobertorzinho a postos, e partimos!

É cada mais impressionante este lugar! A cada segundo, cada ângulo, a cada curva, a cada suspiro, é tudo novo e encantador. A vontade é de fazer fotos o tempo todo, mas, como já estava chegando o fim da tarde (aqui quase 15:00!), o tempo que as mãos resistiam fora das luvas estava ficando cada vez menor. E durante o passeio o frio ia aumentando cada vez mais! Como estávamos quase o tempo todo lá em cima onde o sol batia, imagino que o frio tenha aumentado muito porque descemos bastante (além do horário, é claro!). Os cobertores ajudaram muito, mas mesmo com eles foi ficando muito difícil ficar confortável. O Franco é o mais figura de todos! Ele cobre o rosto inteiro com o cachecol, coloca o gorro do casaco e fica só com os olhos de fora quando a coisa aperta. Durante o passeio percebemos que as pessoas olhavam muito para nós e riam, comentavam e falavam coisas que não entendíamos. Sempre muito sorridentes, imaginamos que era a simpatia dos locais saudando os turistas (que claramente percebe-se que somos!), até que a Roberta matou a charada! Era por causa do Franco! Nós já estávamos acostumados com os artifícios dele para se esquentar, mas para as pessoas daqui realmente é muito hilário, pois num lugar em que todos estão preparados totalmente para baixíssimas temperaturas ninguém precisa virar um caramujo para não congelar! rs..
Aí virou zoeira total! rs... O Ivan começou a cobrir a cabeça com o cobertor e a comédia só foi aumentando! No entanto, apesar de toda brincadeira, percebemos que as pessoas aqui são realmente muito simpáticas! A maioria nos cumprimenta com um "ciao" quando passamos, e no restante do passeio esta foi a diversão para tirar o foco do congelamento... "Ciao" para todos os lados! rs..

O passeio tinha duração de 1 hora, mas na ida já esperava ansiosamente pelo momento em que ele ia dar meia volta. Os pés já estavam doendo demais e eu tinha certeza que quando tirasse as botas encontraria meus dedões totalmente roxos! Eu já estava certa de que deixaria alguns dedos por aqui! O bom sinal é que ainda podia senti-los... Este era o consolo! O Ivan já não os setia mais há algum tempo... Ihhhh!!!! rs..  Mau sinal!

Esquecendo um pouco o frio, o passeio foi realmente muito bom. O mundo que encontramos ali embaixo era ainda maior do que parecia. Muitos chalés, outros hotéis, mais tirolesas por todos os lados! E mais paisagens maravilhosas por todos os lados! Queria muito ter conseguido tirar mais fotos.

Ao retornarmos, parti desesperadamente para o restaurante, que era o único lugar quente ali. Já tínhamos combinado de comer na volta, mas o desespero era muito maior que a fome: meus pés estavam realmente congelando! Minhas botas tinham congelado! Meus pés não estavam molhados, mas o gelo formou uma capa nos bicos das botas e por isso eles estavam ali dentro conservadinhos no gelo! A esta altura eu já estava mais assustada ainda, pois já estava parando de sentir os dedos. Não tinha entendido porquê meus pés não esquentavam, até que quando resolvi tirar as botas para ver se estavam molhados percebi as capas de gelo. Comemos e ficamos ali dentro um certo tempo até a temperatura do corpo voltar ao normal.

E a comida! Muito boa, porém não me acostumo muito com as quantidades de certos pratos. Pedi "pasta", um ravioli de espinafre com ricota, que pelo jeito foi feito na hora. Mas veio tão pouquinho... A Roberta pediu o mesmo e ficamos as duas de olho nos pratos bem servidos dos meninos que pediram carne e batatas! rs.. A bebida foi quente (pelo menos nos primeiros 5 minutos), Vino Brulè, uma espécie de quentão feito com vinho (muito boa..).

Dali decidimos voltar para o hotel, pois não havia mais condições de esquiar naquela temperatura. Antes, nós duas só fizemos questão de ir rapidinho lá embaixo nas cadeirinhas para tirar umas últimas fotos. E aí veio então quem estava faltando: o mico do dia! Descobrimos nesta última "voltinha" que a primeira descida era gratuita, pois estava incluída nos nossos ingressos, mas as outras teriam que ser pagas. Só que nós descobrimos isso já lá embaixo!! O senhor simpático lá de cima era todo simpatia, mas não nos disse nada! E nós só queríamos tirar meia dúzia de fotos e voltar!! Conclusão: por sorte eu estava com meu dinheiro no bolso e pudemos pagar para tirar 5 minutos de fotos e voltar! As fotos mais caras de nossas vidas! rs... Além do mico de sair no portãozinho sozinhas, enquanto havia uma fila enoooorme de esquiadores esperando pra subir! Ou seja, as únicas loucas descendo naquele frio absurdo! Não deu nem para dar uma explorada maior só de raiva, pois quem é que aguentava ficar mais de 1 minuto com as mãos fora das luvas? Dentro já estava difícil! Pelo menos na volta não tivemos que esperar na fila. Acho que o cara que estava organizando ficou com pena de nós e nos deixou passar, até porque nossa portinha era diferente da deles. E ninguém reclamou! Sempre todos muito simpáticos e sorridentes! Enfim, voltamos e ficamos bem quietinhas! rs.. Até hoje os meninos não sabem! rs... (Até hoje!).

Bom, gaiola passando, todos acomodados... Cidade pequenininha lá embaixo... Chegamos de volta com nossos equipamentos nos ombros, como se soubéssemos o que estávamos fazendo! rs.. Os esquiadores!! rs.. Ali tive a certeza do porquê do nosso mico de ontem a noite: todos se recolhem quando está anoitecendo. Ninguém aguenta esquiar com o frio que faz a noite! Aliás, ninguém aguenta fazer muita coisa com o frio que faz à noite!

Roberta e eu entregamos nossos esquis de uma vez, enquanto os meninos deixaram para entregar depois. Na gaiola combinei com Ivan ir a Bolzano levar o Franco para pegar o trem, então fui logo para o hotel para me esquentar, tomar um banho e partir com eles. E cadê que esquentava? Debaixo das cobertas não esquentava! O quarto aquecido não era o suficiente! Tentei até encostar em um negócio legal que tinha lá no banheiro para pendurar as toalhas e deixá-las secas e quentinhas (nunca tinha visto, mas parece que em lugares frios é comum) pra ver se ajudava (é, eu fiz isso!), mas não deu muito resultado não. Só um banho beeeem quente mesmo!

Aliás, preciso comentar sobre o nosso quarto... Muito aconchegante! Parece que escolhemos este hotel a dedo! Todo o hotel é muito acolhedor! O ambiente, as pessoas, a decoração, o cuidado... Tudo perfeito! Já comentei no post de ontem sobre ele, mas faço questão de reforçar... Foi um achado!

Prontinha, mas onde estão os meninos? Bati lá e... surpresa! Franco decidiu ficar! Perfeito! Sem termos mais que nos preocupar em ir a Bolzano as pressas, combinamos de irmos a um barzinho mais tarde, após um cochilinho.

Só que o cochilo do Ivan virou uma eternidade! Depois de muito esperá-los, bem mais tarde (+ ou - umas 22h) resolvi bater lá de novo e lá vem ele descabelado atender a porta! "Aspeta cinque minuti". Va bene! Esperamos cinco minutos lá embaixo até vir ele, sem o Franco, com a cama nas costas.

O barzinho acabou sendo o mesmo. Não temos fôlego para caminhar no frio que está fazendo hoje para conhecer nada (e deve ser sempre assim aqui)! E foi muito bom! Desta vez sem a cerveja especial, pedi uma bebida quente que a atendente sugeriu feita com licor de ovo ( feliz!!) antes da "birra". Noite muito agradável, bom papo, declarações de como está sendo bom demais viajarmos juntos, atendente já nossa amiga... Fomos de novo embora já na hora de fechar. E a nossa nova amiga disse: "a domani"!! Traduzindo: até amanhã! rs...

De volta ao hotel, combinamos acordar as 7h para não chegarmos tarde à Veneza. Vamos tentar!

Obs.: Estou me sentindo realmente com meu "querido diário" nas mãos, porque não consigo mais escrever sem contar os mínimos detalhes. É tanta vontade de eternizar tudo, não deixar nada se perder... Percebi também o tanto de exclamações nesses dois dias de neve! Tentei até tirar algumas, deixar o texto mais direto... Mas não tem jeito, este lugar por si só já é uma exclamação! Não há como desvincular este sonho chamado Ortisei de todas as exclamações que coloquei, e de todas as que sempre vou colocar quando me referir a ele. (Juro que não sou adolescente! rs...).

Fotos!!!

Olhadinha na janela ao acordar... Eu não sonhei, é de verdade!



Café da manhã no hotel...


"Na gaiola"!






 É alto!



Chegamos! Essa casinha aí é o tal lugar que não cheguei a entrar. Exatamente ali foi onde o Ivan precisou se jogar no chão pra não cair lá embaixo.


Ivan e Franco tomando coragem pra descer...





Chegamos por uma destas portas. Ali dentro é onde as "gaiolas" nos deixam. Aqueles esquis ao lado da primeira placa marela, próximos a uma das portas, são os nossos. E foi ali que deixamos nossas coisas sem medo. Ninguém mexe em nada! 



Pós tombo, só no cantinho! rs.. (Esse é o cantinho light onde "esquiei").


Esquiadores!!!







Curioso! Havia umas máquinas em alguns pontos jogando uma água finiiiinha... Não sei o que significa. Deve ser algo pra manter a neve, sei lá! 


Coisa mais fofa!! Sem querer saíram na foto, a mãe esquiando com a filha no colo, e a menininha  linda cochilando, tranquilona... rs.. (Aumentando a foto dá pra ver melhor!). Esta aí é a entrada para as "cadeiras". É deste cantinho que surgiam os esquiadores!


Um sonho... 




Ao fundo: Dolomitas e uma parte dos Alpes, segundo fui informada.






Lá atrás o restaurante...


E caminhando pela neve, belo encontro...



Afundaram! Agora sim tem bastante neve!! rs.. 


Esto foto foi tirada do portãozinho de saída das tais cadeiras para a área de esqui (ainda de graça... rs).


Um mundo lá embaixo!



Um dos Hotéis...


O Franco esquiando!!!



Ponto em que levei meu único tombo na neve (não comentei, né?), parada, sem esquis!!


O congelante passeio de trenó!




Eis o modelito do Franco, fazendo ainda mais a alegria dos locais! rs... 






Aí virou zoeira!








Vino brulè...


O grande prato de massa!


Visão da janela do restaurante...


A descida das "fotos caras"...



As "fotos caras"... 





Mas valeu a pena descer de novo...




Noite no bar... Minha bebida quente com o viciante licor de ovo!



Haha! Esse é o negócio que tinha no banheiro para aquecer as tolhas, onde tentei desesperadamente me encostar para me esquentar quando chegamos da estação de esqui! rs...


No hotel, já na última manhã.






O Hotel!


Ali à direita, Haiti: o nosso Bar! A loja de lembranças é ali naquela esquina onde está aquele relógio.

Fiz essas fotos já entrando no ônibus.





Ciao, Ortisei! Arrivederci!




Nenhum comentário:

Postar um comentário